segunda-feira, 30 de março de 2009

Grande Rio: Cahe Rodrigues aponta os erros no desfile do carnaval 2009


A quinta colocação não era a posição dos sonhos da Grande Rio. Mesmo com o maior investimento financeiro do Grupo Especial, a tricolor de Caxias não conseguiu converter isso em um desfile que lhe credenciasse como candidata ao título tão sonhado. Faltou mais canto, empolgação e principalmente atenção à parte técnica. Algumas falhas nas alegorias, por exemplo, foram percebidas pelo próprio carnavalesco Cahe Rodrigues durante o desfile. - Três carros não acenderam no desfile como deveriam. Um dos carros dependia muito disso, mas houve a queda do gerador. O abre-alas acendia e apagava em frente às cabines dos julgadores. O carro da Torre Eiffel, uma das minhas apostas, também teve problemas com a iluminação. Uma pena, pois ele tinha vários efeitos especiais - lamentou. Ainda no abre-alas, que representava um palácio francês, o chão parecia não ter o acabamento adequado. Para quem estava um pouco mais distante da pista, a impressão era de madeira exposta. No entanto, Cahe explicou que um detalhe contribuiu para isso. - A idéia era que o chão parecesse mármore. O pintor não deu muita atenção à pintura dos detalhes e dentro do barracão a impressão era uma, mas com a luz forte do Sambódromo os efeitos desapareceram. Para o desfile das campeãs pedi que isso fosse corrigido. Confirmado no posto para o ano que vem, quando a escola de Duque de Caxias fará um enredo em homenagem aos 25 anos da Marquês da Sapucaí, com direito a uma passagem pelo camarote da Brahma, ele acredita em um carnaval melhor. - Tudo foi uma experiência no carnaval que passou. Todo esse processo de conhecer as pessoas é demorado. Este ano tudo vai ser mais fácil. Estou feliz em saber que o trabalho agradou, mesmo com algumas falhas técnicas no desfile - finalizou.

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